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sábado, 3 de abril de 2010

Publicação - Coluna do Leitor - Proposta de divisão dos royalties

À Giani Alberini
Atendimento ao leitor

Prezados Editores,

Sobre a modificação do meu texto, não há por que fazer concessões. O texto original está abaixo e, como podem ver no texto publicado, várias modificações foram feitas, incluindo no título do texto (no original "Filho de político em escola pública"). Não posso aceitar que este jornal altere meu texto, incluindo palavras que não escrevi, sem minha autorização. Não vou me fazer de juiz, assim vou dizer o que o jornal pode fazer para se retratar comigo, e aguardo uma decisão do jornal, para, então, ver se me satisfaz.

Atenciosamente,

Ricardo Mendes Junior

2010/4/2 <leitor@gazetadopovo.com.br>

Bom Dia Sr. Ricardo,

 

Informamos que sua mensagem foi publicada hoje na Coluna do Leitor e este contato registrado sob nº. 994399

 

Agradecemos a sua participação e mantemos este espaço dedicado aos leitores para troca de idéias, sugestões, crítica ou opiniões, pois através desta que temos a oportunidade de oferecer um conteúdo cada dia melhor.

 

Atenciosamente,

Giani C. Alberini     

Marketing - Central de Atendimento ao Leitor

RPC - Gazeta do Povo

Fone: (41) 3321-5999

Fax :   (41) 3321-5129

Site: www.rpc.com.br

 

De: gpjornleitor-bounces@gazetadopovo.com.br [mailto:gpjornleitor-bounces@gazetadopovo.com.br] Em nome de Ricardo Mendes Junior
Enviada em: quarta-feira, 31 de março de 2010 22:02
Para: post
Cc: leitor@gazetadopovo.com.br
Assunto: [Gpjornleitor] Filho de políticos nas escolas públicas

 

Sobre o PLS 480/07 do Sen. Cristovam Buarque.

No Brasil é necessário mais do que campanhas para conscientizar pessoas e, principalmente os políticos. Uma livre pressão sempre ajuda. Temos muitos exemplos: uso do cinto de segurança, lei seca no trânsito, lei do fumo em locais públicos, e por aí vai. Esta é uma ótima oportunidade para virar o jogo da escola pública, e, com certeza, a maioria dos eleitores apoia.

O projeto está parado no senado, e precisa de um empurrão para tramitar. Alguns senadores consideram que o projeto é inconstitucional, que fere a liberdade de escolha da família. Mas, em vez de enfrentar a questão e votar o projeto, fica-se adiando. Por quê?

Posted via email from Ricardo MJ's posterous